quarta-feira, 20 de abril de 2011

Foi na Grécia, durante o período da antiguidade, que começou a surgir o interesse em explicar a realidade e os acontecimentos do cotidiano, de inicio essas explicações se dava através da mitologia, depois surgiu a filosofia e alguns estudiosos passaram a se dedicar ao "estudo da obra", ou seja, sentimentos,desejos,emoções etc.
Para os pré-socráticos o homem via/vê o mundo através de sua percepção,havia um grande discussão entre materialistas e idealistas a respeito de o homem ver o mundo que existe ou mundo existir porque o homem o vê. A partir de Sócrates a psicologia ganhou mais consistência, para esse o que realmente caracteriza o homem é a razão ( o homem é responsável por suas próprias ações), depois surgiram mais duas teorias, a platônica que defendia a imortalidade da alma e o fato dela ser concebida separada do corpo, e a teoria aristotélica que afirmava que a alma é mortal e tem relação com o corpo.
Na idade média a psicologia sofreu a influência da igreja católica, nessa época dois estudiosos e religiosos se destacaram com seus estudos,Santo Agostinho que defendia que a alma se separava do corpo e que todo homem ao nascer tem uma parte divina, e São Tomas Aquino que distingue a essência da existência, segundo o mesmo apenas Deus é capaz de reuni-las. Durante o Renascimento as ciências tiveram um grande avanço, as noções de psicologia começaram a se consolidar, no século XIX essa deixa de ser apenas um ramo da filosofia e passa a ser considerada como uma ciência que tem suas próprias abordagens e teorias.

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